Tive o prazer de conhecer a autora deste texto em uma de minhas raras viagens pelo país.
"Sou uma antítese.
Tão expansiva quanto a própria alegria que toma uma criança num dia de domingo no parque ao sabor do vento nos cabelos num balanço...
Tão introspectiva quanto uma noite escura e chuvosa, num quarto abafado, onde apenas raios luminosos de uma tv, estampa o contorno de meu rosto na profunda escuridão...
Com medos e sorrisos...anseios... fervor, furôr...desejo e calor...
Sou pura alma. Sou poesia que não sai. Sou amor que não abstrai. Sou ódio a todo vapor! Sou um despropósito perfeito...
Sou uma menina pacífica. Sou uma mulher sublime. Sou uma fêmea voraz.
Sou tudo em tão pouco mundo. E sou ainda muito mais...muito mais no fundo.
Sou uma criatura divina. Deus me cultivou... Mas, como toda baiana, além de sagrada, sou profana."
"Sou uma antítese.
Tão expansiva quanto a própria alegria que toma uma criança num dia de domingo no parque ao sabor do vento nos cabelos num balanço...
Tão introspectiva quanto uma noite escura e chuvosa, num quarto abafado, onde apenas raios luminosos de uma tv, estampa o contorno de meu rosto na profunda escuridão...
Com medos e sorrisos...anseios... fervor, furôr...desejo e calor...
Sou pura alma. Sou poesia que não sai. Sou amor que não abstrai. Sou ódio a todo vapor! Sou um despropósito perfeito...
Sou uma menina pacífica. Sou uma mulher sublime. Sou uma fêmea voraz.
Sou tudo em tão pouco mundo. E sou ainda muito mais...muito mais no fundo.
Sou uma criatura divina. Deus me cultivou... Mas, como toda baiana, além de sagrada, sou profana."
(R.C. - Srta Claire)
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